2º turno – Prorrogação & curiosidades

Diferente do futebol, não foi empate. Mesmo assim, tem prorrogação. O vencedor dos cargos do executivo devem ter maioria absoluta (50% + 1 voto). No Rio, Cabral foi eleito governador com 66% dos votos. Mas no nacional, Dilma não conseguiu mais que 50%, ficando com 47%, Serra com 33% e Marina com 19%. A decisão será em 31/10. Até lá, mais um pouco de circo pra gente.

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Tiririca eleito com 1.350.000 votos em SP. Dessa vez, diferente de quando foi o Enéas, não houve nenhum caso de pessoas que foram eleitas com pouquíssimos votos em seu partido. Menos mal. Agora, há de se acompanhar o desempenho do deputado Francisco Everardo Oliveira Silva.

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O método de pesquisa utilizado para avaliar a corrida ao Senado foi uma lástima. Não soube de nenhum caso aonde houve precisão dos resultados. No Rio, por exemplo, aparecia o César Maia em primeiro no início, caindo para terceiro no final, pouco atrás do Lindberg. No resultado, Lindberg ficou na frente, com Crivella atrás, seguido de perto por… Picciani. Cesar Maia ficou em quarto, com quase metade dos votos do terceiro lugar.

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José Serra diz qualquer coisa mesmo: disse que o “jogo democrático” foi fortalecido pela contribuição de Marina, a principal responsável pelo segundo turno para presidente. Entendo pela afirmação que ele deva achar que houve pouco “jogo democrático” em SP, onde Alckmin ganhou por 0,6% no primeiro turno.

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No Senado, 40 das 54 vagas ficaram com partidos do aliados ao atual governo. Na câmara do deputados, deve acontecer algo similar. Pergunta: como o Serra vai governar assim? Espero que ele não pense em fechar o congresso ou coisas do gênero…

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2 respostas para 2º turno – Prorrogação & curiosidades

  1. Dona Mila disse:

    Gostei do post, mas desandou no último parágrafo com o subentendido que um Presidente ou tem Congresso aliado ou o fecha. Não é assim, e você sabe. Volta um cadinho no tempo pra ver quantas alianças já foram feitas com o atual governo: Sarney, Collor, Jader Barbalho… E nem digo isso em tom de crítica, entendo que de nada vale chegar “lá em cima” sem uma base sólida. Tá que pra fazer base sólida eu nem sei mais quem é situação e quem é oposição, mas seria tão impossível que Serra fizesse novos amiguinhos?

    • Marcelo disse:

      Não seria nada impossível. O problema seria o preço dessa aliança, porque, afinal, não tem cargo pra todo mundo que quer. Mas esse meu comentário sobre o Serra fechar o congresso é porque acho ele um grande autoritário disfarçado. Acredito que ele não faria isso e tentaria custurar uma aliança, apesar dele não ser muito bom nesse quesito.

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